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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Sobre o trabalho que me consome

É isso, quem falou que o servidor público é vagabundo não sabe do que está falando. E, se a servidora for também mãe de menino pequeno, AMD (versão tupiniquim de OMG - Oh, my God!)... Ultimamente tenho que colocar um alarme no meu celular: "se coçar".

Mesmo assim, consegui participar da Semana de Ativismo Online para o Fim da Violência Contra a Mulher aqui. Tá, não leia o meu, que é mais do mesmo que você sempre (ou nunca, já que eu raramente escrevo) encontra aqui. Mas não deixe de ler os post anteriores, e aposto que os ulteriores também devem ser excelentes.

No mais, vou voltar ao pelourinho que o chicote tá chamando...


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Sobre imãs, magnetismo e atração

A única máxima que pode explicar o meu casamento, dentre todas as teorias e teoremas que regem o mundo, é: os opostos se atraem. Fora isso, nada realmente explica esse amor.




Ah, não acredita? Vamos aos fatos:

Eu sou dilmista, ou melhor, petista. Ele, serrista e megapsdbista.
Eu sou flamenguista (ultra). Ele é vascaíno (super).
Eu adoro um monturo (de gente, de barulho, de furduço). Ele é um estilo mais calado.
Eu tenho vocação para o riso. Ele tem vocação para a zanga. (E, claro, que quando a situação inverte pra um, inverte também pro outro. Quando eu estou mega-zangada, ele está feliz da vida... vá entender!)
Se eu digo vermelho, ele diz azul. Se eu quero sair, ele quer ficar. Eu sou elétron, ele é um próton.

Tudo pra dar errado. Mas dá certo. Eu amo aquele sorriso (que é difícil de arrancar), amo a covinha, amo, amo, amo. É cheio de defeitos, mas e daí?

Ah, mas deixemos os coraçõezinhos de lado e voltemos para o motivo do post. A questão é que o nosso domingo terminou bem. Flamengo e Vasco tiveram suas chances de ganhar, chances desperdiçadas, mas terminaram empatados. Chiação de todo lado, mas fomos para cama iguais.

No próximo fim de semana, haverá um lado vencedor (o meu, apontam as pesquisas). Haverá cara feia.... mas eu estou acostumada.

(post único para I&S e Miolo de Pote)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

o caos



Eu digo caos, você pensa em: trânsito (terrestre ou aéreo)? Ou na teoria do caos? Ou em outra coisa?

Na definição, caos é "confusão geral dos elementos da matéria, antes da presumível criação do Universo. / Geologia Amontoado de blocos de certas rochas, que se formam como conseqüência da erosão. / Fig. Desordem."

Bom, eu não sou geóloga, nem caio nessa de que um bater de asas de uma borboleta pode causar um tufão em outro ponto do planeta* (conta outra...). Logo, sobra o caos como desordem. Stop! Conceitue desordem: se você falar "falta de ordem", leva um cascudo. Eu mesmo, olhando minha mesa de trabalho, do meu ponto de vista (sentada), acho que tá linda, ordenada/organizada, funcional. Se eu olho a mesa na visão frontal, quando estou chegando na sala: que horror! Logo, a ordem depende de quem tá vendo: essa é a nova ordem...

Eu poderia protelar, mas vou direto à minha conclusão: o caos não existe. Ou, para não discordar do meu chapa Ein-ein, é relativo... Pra mim, já deu, mas tem gente que ainda quer encarar...

* veja o post no Miolo de Pote, que vou já escrever...

terça-feira, 2 de março de 2010

Sobre meninas e lobas

Sou, fui e serei blogueira. Meu primeiro blog, desativado por inatividade já no blogger, chamava-se "Hoje eu estava pensando em...", nascido há mais de 10 anos (releia o título do blog, EU fui a precussora do Twitter, quero minha cota!!!). Hoje estou aqui no imagem e semelhança (que vai voltar às suas origens e aos seus posts seriados e categorizados assim que eu colocar os pés no chão e a cabeça sobre o pescoço); e no só miolo de pote. Esse último, construído a sete mãos, fruto da cabeça não-pensante de uma borboleta obcecada por blogs. Mas não é isso ainda o motivo do post (estou voltando ao meu jeito de ser, de escrever e nunca chegar ao ponto, kkkk). Enfim, o ponto é que o primeiro mote (ou pote, como lá chamamos) é autorretrato (assim mesmo, como na nova gramática), e o que tenho lido são verdadeiras obras: tem Oswaldo, tem poesia e tem Garfield (adivinha de quem?). Tem cotidiano, tem a borboleta (incategorizável): todas lobas. Todas meninas.


ERRATA: o miolo de pote é construído a quatorze mãos, se considerarmos que todas sabemos digitar com as duas mãos... (tem alguém catando milho por aí???)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Eu podia desisitir?

Uma vez falei aqui que esse blog era igual a mulher de malandro. Esses dias, antes de me decidir a voltar a frequentá-lo, estava com a velha dúvida hamletiana: ser ou não ser?, voltar ou não voltar? Eis que comecei a reler tudo o que já tinha rolado aqui. Nada por demais interessante, diga-se de passagem, mas muito eu. Eu, de frases curtas; eu, de piadas sem graça; eu, de algumas tiradas inteligentes; eu, esquecida de postar; eu, com saudades do marido; eu, com histórias do meu filho; eu, e minha amizade com a roomie (não sei o que linkar); eu, eu. Como deixar pra trás a si mesmo?

Decidi não deixar. Mesmo com todas as atribulações e responsabilidades, mesmo com toda a preguiça e a vagabundagem, mesmo com a internet lenta e a boca amarga, nunca mais passarei fome outra vez... Vixe, dei uma de Scarlet, mas vocês me entenderam...

sexta-feira, 24 de julho de 2009

férias. férias? férias! ... férias?!

Não adiantou pensar em todas essas entonações para a bela palavra férias (é incrível a sonoridade dessa palavra, como o sol da tardinha colorindo o mar,  brisa desarrumando os cabelos e aquela vontade de fazer parar o tempo). 

Enfim... o que parece férias mas não é? Recesso. Aquelas semaninhas em julho, que quase pertencem a você. Espremidas e exíguas, tem a nobre missão de fazer o professor esquecer o semestre passado e se preparar para o semestre vindouro. Logo, não é férias.

Eu ainda não consegui fazer metade do que queria (ou devia) fazer: nem em relação ao trabalho nem em relação ao lazer (mentirinha, pus em dia a ida ao cinema). O tempo corre, e eu nem pra tirar a poeira do I&S. Mas deixe estar que já já volto à rotina potiguar: com suas aulas, reuniões de departamento e postagens frequentes.

Vou-me, imaginando eu mesma naquela rede de uns posts atrás...

segunda-feira, 13 de julho de 2009

E o Google?

Adoro as homengens do Google: natal, ano novo, páscoa, estações do ano. Leonardo Da Vinci, Marc Chagall, Igor Stravinsky. Dia da terra, dia dos namorados. Já vi logo do Google homenageando o Tetris, o Astro Boy, Lego!!! Hoje é (foi) o dia do Rock. E o Google passou em branco.

Admito que não sou fã de rock. Na minha lista tem mais jazz, mpb, blues, sambinha e até um forrozinho antes do rock. Mas de vez em quando eu "ataco meu rock suave" (LFV) e é bom demais: aquele rock dos anos 80, com titãs, paralamas, biquini cavadão, ultraje, rpm, engenheiros... vixe, a lista não pára.

viva o rock 'n' roll!




PS: eu já ia encerrar o post, mas aí achei essa imagem e não resisti!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Sobre o ato de escrever

Eu adoro escrever. Mas escrever, para mim, é um parto... O pior é que eles fazem parecer fácil...

"Escrever é fácil: você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca idéias." (Pablo Neruda) - (humpf... fácil)

"Escrever é, simplesmente, uma maneira de falar sem que nos interrompam." (Sofocleto) - (simplesmente? fala sério!)

"O ato de escrever é a arte de sentar-se numa cadeira." (Sinclair Lewis) - (minha bunda já tá quadrada...)

"Somos todos escritores. Só que uns escrevem, outros não." (José Saramago) - (há! tem lógica isso aqui)

"Escrever é ter coisas para dizer." (Darcy Ribeiro) - (ei, mas eu tenho.. eu acho!)

"Cada um escreve do jeito que respira. Cada um tem seu estilo. Devo minha literatura à asma." (Fabrício Carpinejar) - (algo a pensar...)

"Corrigir uma página é fácil, mas escrevê-la, ah, amigo! Isso é difícil." (Jorge Luis Borges) - (in your face, avaliador chato!)

"Escrever não é fácil ou difícil, mas possível ou impossível." (Camilo José Cela) - (bufo! em mim)




Quando a folha em branco me encara...




Eu queria ser assim...

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Sobre uma borboleta

Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas

Brincam
Na luz
As belas
Borboletas

Borboletas brancas
São alegres e francas.

Borboletas azuis
Gostam muito de luz.

As amarelinhas
São tão bonitinhas!

E as pretas, então . . .
Oh, que escuridão!
(Vinicius de Moraes)
No mistério do sem-fim
equilibra-se um planeta.
E, no planeta, um jardim,
e, no jardim, um canteiro;
no canteiro uma violeta,
e, sobre ela, o dia inteiro,
entre o planeta e o sem-fim,
a asa de uma borboleta.
(Cecília Meireles)

Mais uma vez, Cecília:

O sábio no jardim sorria
do artifício da borboleta
convertida em folha amarela
até com manchas e defeitos.

O sábio sorria daquela
mentira. Ó colorido embuste!
Ó fingimento desenhado
por cegos presságios e sustos!

Para salvar seu breve tempo,
- tempo de inseto – dom dos vivos,
tinha a borboleta bordado
seu sigiloso mimetismo.

( atrás das máscaras, que morte
pode alcançar o oculto pólo
sensível, no pulsante abismo
onde a hora de existir se acolhe?)

Sendo e não sendo, perto e longe,
escondia-se, ignota e inquieta,
guardando, em paredes de medo,
a esperança da seiva eterna.

O sábio no jardim sorria
do cauteloso fingimento,
de tênue silêncio expectante
sobre os universais segredos.


Este post poderia ser a minha própria resposta ao Imagem Imaginada. Mas não, é uma homenagem à borboleta (alegre, franca, e até um pouco bonitinha) que, sendo em cima de uma violeta, seja se escondendo sobre uma folha amarela, brinca na luz e parece compreender o mistério do sem-fim.

domingo, 21 de junho de 2009

Parlez vous français?

Eu adoro aprender idiomas. Sei lá quando comecei a gostar... Acho que foi a minha única paixão de colégio (uma vez que estudava num colégio feminino). Terminei inglês enquanto começava espanhol. Comecei francês enquanto terminava espanhol... E assim eu ia seguir, mas a correria do dia a dia não me permite dar continuidade a meu plano audacioso de dominar 4 idiomas, além do português.

Tem gente, no entanto, que tem a sorte de não precisar frequentar escolas de idioma. Vejamos alguns tipos:

1) Descendentes de imigrantes.
2) Amigos de descendentes de imigrantes.




3) Pessoas que vão trabalhar no exterior e têm a oportunidade de aprender por viver imerso em outra cultura.



Legal isso... Pode até ganhar a vida fazendo shows no mundo todo...

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Love is in the air...

Para mim, junho é um mês extremamente romântico. Não precisa sorrir ironicamente, eu sei que é o mês dos namorados, então quase todo mundo considera o mês romântico. Mas para mim, o dia 12 não se compara ao dia 14, nem ao 28, muito menos ao 27.

Voltemos a 2001. No dia 14, antes de namorar o meu com sorte (sim, eu escrevo separado), já ouvi a primeira declaração. Indireta nunca foi o forte dele: "vou sentar aqui do lado da mulher da minha vida". Ele estava meio alegre demais, eu estava meio lisonjeada, meio encabulada (estávamos no meio de vááários colegas da especialização). Mas pra ser sincera, adorei. No 28, meu aniversário, ele me convida pra sair e foi inevitável: ali começamos nossa história, que agora completa 8 anos. Ainda parece que foi ontem: a antecipação do que estava por vir, a certeza de que íamos dar um passo naquele dia, a sensação de ter chegado em casa. E o dia 27, dois anos depois. O casamento que era pra começar às 8 em ponto, que não começou, e ele não podia ficar com raiva, porque era o nosso casamento. Os pais, familiares e amigos partilhando daquele nosso momento; nosso compromisso de amor, fidelidade e cumplicidade.

É verdade, sou uma romântica. Chego a ser piegas, mas não tanto como você já deve ter começado a imaginar. E a imagem que escolhi para representar o meu romantismo não tem corações nem beijos apaixonados. São mãos entrelaçadas. Entrelaçadas como nós.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Já que a borboleta falou da sua lagarta...

Eu tenho excelente memória, mas um dos meus maiores medos é não guardar todos os detalhes da infância do meu filho para ir contando para ele quando ele for maior. Então vou aproveitar estes megabytes disponibilizados pelo Blogger para registrar as informações recentes mais relevantes...

Ele é rápido. Conseguiu uma queimadura brincando com uma frigideira. Estava atrás da tapioca. Ia chorar, mas preferiu comer a tapioca sem o excesso do sal provocado pelas lágrimas. Aliás, o grande dom dele ainda é comer. E como come.

Ele come até pomada. Eu tento evitar, mas o malandro me passa a perna. Agora que ele sabe que eu escondo o tubo de pomada, ele lambe o pouco que uso na queimadura dele.

Ele é cativante. Não tenho um fato para ilustrar esta constatação. Tenho um histórico. No Iguatemi, em uma praça cheia de bebês, todos os olhares convergiam para ele. Inexplicável. No prédio, condomínio da vó, consultório médico, praça das crianças (RN). Não vou nem contar o estrago que ele provoca dentro da família.

Ele se apaixona. E a primeira paixão foi recente. Foi assim: sábado passado ele estava brincando na “praça de brincar” do Iguatemi, quando uma menina de 4-5 anos veio e beijou a sua testa. Ele ficou embasbacado, catatônico, completamente encantado com a guria. Ela, obviamente, saiu correndo e voltou a brincar de pega-pega. Ele literalmente correu atrás dela. Para aliviar meu coração, já contrito, ela se voltou para ele repetidas vezes para beijá-lo. E sempre corria. E ele atrás. Ontem, outras três disputaram a sua atenção. Mas ele não se mostrou fiel a nenhuma delas, abraços foram largamente distribuídos.

Ele canta e dança. E assovia. E tenta estalar os dedos no ritmo da música.

É tudo verdade. Mesmo.

Este é o meu Davi de um ano e dois meses, senhoras e senhores.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Go Comics

Eu gosto de desenho, tirinhas, animações. Há quem diga que eu nunca cresci (mas são só boatos, obviamente). Então, eu me cadastrei no Go Comics e agora recebo no meu email tirinhas diárias do Garfield, Calvin e Haroldo e, eventualmente, FoxTrot. Hoje recebi duas muito boas:


(1)"Você já pensou se a pessoa na poça é real e você é um reflexo dele?"
(2)"Se isso fosse verdade, você desapareceria assim que a pessoa na poça se afastasse da poça, certo?"
(3)"Xiii. Acho que sim. Não tinha pensado nisso"
(4) ...

(1)"Estou incomodado pela situação mundial atual"
(2)...
(3)"Melhorou"


Mais tarde eu volto para a imagem imaginada!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Surpreenda-me!

Tenho uma confissão a fazer: ainda não tinha assistido Ratatouille. Pode paracer uma confissão boba, mas quem me conhece sabe que sou aficcionada por desenhos e animações (do tipo que vai ao cinema e senta do lado de uma criança, só para não parecer uma adulta ridícula) e eu ainda não tinha tido a vontade/oportunidade de assistir. Até que um dia bateu a vontade. E eu comprei o dvd (podia ter alugado, mas quem me conhece sabe que não alugo filmes). Enfim, assisti. E agora vão minhas reflexões..


Anton Ego

Meu personagem favorito. Sua expressão ao provar o ratatouille, as lembranças da infância, a mudança que este ratatouille provocou em sua maneira de ver a vida foi demais. E a crítica dele? Maravilhosa (leia aqui)! E finalmente, a abertura para o novo. Perdeu o emprego, mas e daí? Estava feliz. Emocionei-me com o seu desprendimentto: "Surpreenda-me!"



A comida como um prazer

Em tempos que a anorexia é cultuada, ver este tributo ao comer é maravilhoso. E nisso >>> o filme me remeteu a outra obra-prima da Disney, Fantasia. Bravo!


segunda-feira, 8 de junho de 2009

I hate mondays



Uau, que original odiar as segundas-feiras!


Mas eu tenho meu motivo: amanheço sem meu marido, que esteve comigo durante todo o fim de semana. Sem falar que a minha roomie só chega na terça, então eu fico assim, meio sem ter com quem conversar. O melhor papo que tive hoje foi com meu filho, Davi, de 1 ano e 2 meses. Foi sobre Barney, o dinossauro. E não foi bem um papo, ele fez eu cantar a musiquinha umas 20 vezes seguidas.

Mas estamos começando a semana do dia dos namorados, então pelo menos vejo uma luz no fim do túnel... Tomara que a semana passe voando!





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(Mais um motivo para odiar ESTA segunda-feira)
Flamengo perdeu para o Sport. A minha raiva não foi pela derrota em sim, mas pela postura do meu time em campo. Mas não vou me estender muito, porque você pode se lamentar lendo aqui.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

"E a senhora, o que vai querer?" "Ter razão, por favor"

Oito da noite numa avenida movimentada. Ela e o consorte já estão atrasados para jantar na casa de alguns amigos.
O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.
Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.

Se fosse o seu casamento, o que aconteceria a seguir?

(A) Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber: "Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais". E ela diz: "Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite". (autoria desconhecida)

(B) Ela sorri ironicamente e diz “bem que eu disse. Eu sempre tenho razão" .Ele fica emburrado o resto da noite, mas e daí? .Ela tem razão!

(C) Ela faz de conta que dormiu para não gargalhar histericamente de felicidade.

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"Ter razão, por favor"

Nem que seja como o diabinho do Kronk: 
"Olha só o que eu sei fazer"
"Mas o que isso tem a ver?..."
"Não, não, ele tem razão!"




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Uma mulher, bêbada após o seu chá de panela, repetia incessantemente: "eu estou tão feliz. Porque ele pensava que já tinha me visto bêbada, mas eu sempre dizia que não estava. E hoje eu estou bêbada. Então eu tenho razão. Pela primeira vez, EU tenho razão".

Foi hilário! Beijão, protagonista da minha história. Te amo!!!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Êxodo

Aviso ao beato e incauto leitor: dê meia volta! Apesar do uso recorrente de termos bíblicos e dos textos divinos (com d minúsculo), esse blog NÃO é religioso, então... Dá o pira!

Agora que 75% das pessoas que chegaram a este blog pelo Google foi embora, vou ao mérito da questão.


Já apertei parafuso. Foi há muito tempo, no escritório de contabilidade do meu pai. E não me entendam mal, não digo que o trabalho do contabilista seja rotineiro ou alienante, só que eu não acreditava no meu próprio trabalho.

Ao mesmo tempo, comecei a dar aulas. Não vou comentar a primeira faculdade que trabalhei. Há muito o que se dizer sobre a faculdade, mas hoje eu faço questão de não lembrar. Sabe aquela vontade de fechar os olhos no meio do filme de terror?

Professor de faculdade particular é como um jogador de futebol: vai ganhando espaço na mídia e vai trocando de clube. Troquei e fiquei por longos 5 anos. Ali tive a oportunidade de crescer, aprender novas coisas, conhecer um pouco da legislação educacional e a ser uma profissional um pouco melhor. Teria continuado lá, sem me arriscar a alçar outros vôos, se um técnico chato não ficasse ameaçando me botar no banco. Aconteceu na época que surgiu a vaga na universidade que estou, a 240 km de casa. Sem pensar muito, fiz a inscrição, as provas e recebi o resultado... tudo assim, em uma semana! E hoje estou na série A, me sentindo "o grande ditador".

A terra prometida se chama Mossoró e seu "único defeito" (que nenhum colega de departamento me escute) é não ser fronteira com Fortaleza.

Gênese


Quem me conhece sabe que eu sou assim, humilde... (também sou genial e sempre tenho razão, mas minha modéstia não me permite justificar todas essas qualidades no primeiro post do blog) Então nenhuma metáfora me pareceu tão apropriada para hoje quanto o big bang.

A imagem, assim como a palavra, me fascina; e ambas dividirão esse espaço virtual: às vezes, mais imagem que palavras, às vezes o inverso. A viagem entre a imagem e a linguagem é uma experiência pessoal, portanto não espero compreensão.

Aperte o cinto e fique à vontade para fazer sua própria viagem.

Alors, bon voyage!